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Sinfa, juntos somos mais fortes.

Saraiva Júnior
     

Ao longo de sua existência, o Sindicato dos Servidores da Fiscalização Agropecuária do Maranhão tem proporcionado aos seus filiados conquistas irreversíveis. Pois de caráter permanente. Ganhos que chegaram para ficar. Objetivos alcançados enfrentando situações adversas, má vontade governamental e até incompreensão dos associados. Indignados pela demora da reivindicação pretendida.

Compreensivamente, no entanto, a maioria dos companheiros, durante esse mesmo período, gradualmente entendeu os entraves que se apresentavam para chegar ao cenário esperado. E, sistematicamente, aglutinaram energia bastante para dar força à representação no combate pela valorização dos profissionais, pelo respeito às categorias, pelo reconhecimento ao sacrificioso trabalho dos integrantes do Grupo AFA (Atividade de Fiscalização Agropecuária).

Essa disposição de apoio à instituição representativa dos seus anseios mais justos regozijou-nos durante as assembleias realizada em Bacabal no final da semana passada. A energia adotada nos democráticos e respeitosos debates demonstrou que as muitas ações coletivas que temos promovido, destinadas a capacitar a base do nosso movimento sindical, está dando os frutos a partir das sementes que vimos plantando.

Destacamos, em especial, a compreensão do plenário na condução do assunto relativo ao reajuste da contribuição mensal voluntária ao sindicato – não confundir com o tributário imposto sindical anual, antes compulsório e agora voluntário. O SINFA conseguiu sua "Carta Sindical" em outubro de 2017. 

Pelas redes sociais instigamos o debate, com a intenção de chegarmos à assembleia tendo o assunto mais ou menos entendido. E foi assim de tal forma, que, dos diálogos, nasceram cinco propostas, sendo uma retirada e quatro colocados em votação. Ganhou, por maioria absoluta, a proposta que autoriza o acréscimo de 0,27% na atual contribuição. Devidamente amadurecida, graças à gradual discussão entre os filiados pelas ferramentas virtuais.

O assunto se impôs naturalmente, após avaliação feita pelo plenário sobre a necessidade de manter-se o orçamento do sindicato compatível com a programação institucional elaborada pela direção, também aprovada pela assembleia. Seminários, painéis, encontros, cursos, reuniões com a base em seu território são ações onerosas, mas de resultados positivos, conforme comprovado no relato administrativo e jurídico feito na ocasião.

A manifesta insatisfação legítima pelo reajuste, inicialmente anunciada por uma minoria de filiados, diluiu-se ante a relevância do calendário de atividades para 2018. O ano eleitoral remete para embates difíceis e desafios grandiosos. O movimento sindical sofre ataques de toda ordem, de fora e em seu próprio terreno (fogo amigo), enquanto os patrões arregimentam suas armas (aí incluído o governo). O reforço orçamentário ao SINFA representa investimento, que redundará em ganhos permanentes para todas as categorias funcionais. E, em última análise, fortalecimento da autarquia que nos emprega – a Agência Estadual de Defesa Agropecuária (AGED).

Em 2018, FINALMENTE, teremos o concurso público para a Agência (depois de 13 anos), mesmo considerando a pequenez no número de vagas a serem preenchidas imediatamente. Mas como o concurso deve aprovar expressivo número de candidatos e ter validade ampliada (pelo menos quatro anos, pela regra vigente), acreditamos que o quadro deficitário de agentes se compatibilizará com a elevação das atividades da autarquia em curto espaço.

Aos recém-chegados mostraremos a importância do SINFA e o que, por seu intermédio, é possível alcançar: plano de revisão salarial, gratificações, verbas indenizatórias e demais incentivos, como dão testemunho os atuais integrantes da categoria. Ações que precisam de expressiva reserva econômica para atender aos agentes responsáveis pela sua implementação. Procedimentos que valorizam os profissionais e lhes dão visibilidade, mostrando à sociedade a importância do seu papel e forçando o poder público a entender suas reivindicações.

Por dever de ofício, cabe-nos alinhar as demandas que levaremos a quem nos deve sustentação institucional em 2018:

1 – Adicional de qualificação para Técnicos e Auxiliares de Fiscalização Agropecuária;

2 – Reajuste dos percentuais do adicional de qualificação;

3 – Cargos estratégicos exclusivos para servidores do Grupo AFA;

4 – Criação da Gratificação de Produtividade – GAFESA;

5 – Revisão geral dos vencimentos;

6 – Gratificação de treinamento;

7 – Revogação do art. 7° da Lei n° 8.113, de 10 de maio de 2004 (trata da carga horário dos ocupantes dos cargos integrantes do Grupo Ocupacional de Defesa Agropecuária, fixada em 40 horas semanais);

8 – Implantação da segunda etapa do PGCE (Plano Geral de Carreiras e Cargos dos Servidores da Administração. Direta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo Estadual);

9 –  Equivalência salarial com no grupo estratégico;

10 – Treinamentos regulares para servidores do Grupo AFA; e

11 – Estruturação física das unidades administrativas da AGED, reorganização administrativa e modernização instrumental (SOS AGED).

O alcance destes objetivos remete à união de todos, à condução coerente do diálogo, à força na mesa de negociações e à coexistência em elevado grau de convivência entre os filiados. Esta plataforma sedimentará as discussões e mostrará a firmeza de nossos pleitos. Daí a necessidade da contribuição em todos os níveis, a consciência na luta pelos nossos direitos e na força que nos conduzirá à vitória.

Com o SINFA bem construído teremos a AGED plenamente reconhecida!

 

Saraiva Júnior - Fiscal Estadual Agropecuário e presidente do SINFA-MA.

     

 
 
 
 

 


 
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