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Abate clandestino tem enfrentamento./v02/detalhe_no


O Ministério Público, alertado pelos servidores da fiscalização agropecuária, por intermédio do sindicato da categoria, decidiu ser parceiro em campanha contra o abate clandestino e os matadouros irregulares que se espalham pelo Estado. SINFA e MP convidarão órgãos públicos e privados a se associarem à ação pelo fim da matança de animais destinados ao consumo humano em locais inapropriados.

Os dois órgãos reuniram-se preliminarmente na sexta-feira, 24 de novembro. Pelo MP compareceram os promotores Nacor Paulo Pereira dos Santos e Alessandra Alves pelo SINFA o presidente Saraiva Júnior, os veterinários Márcio Luís Pontes e Eric Takashi e o jornalista José Salim. A reunião estendeu-se por quatro horas no prédio das promotorias.

Campanha – Ficou estabelecido que ampla campanha será deflagrada em 2018 para alertar sobre os perigos à segurança alimentar e à saúde pública pelo consumo de gêneros de origem animal procedentes de abate em locais inapropriados. Uma das ações proibirá a emissão de GTA para transito de animais destinados a esses pontos e para estabelecimentos não regularizados na rede oficial (matadouros com serviço de inspeção municipal, estadual e federal).

Um amplo questionário, organizado pela promotora, foi elaborado e entregue aos servidores agropecuários. As respostas, coletadas junto à categoria, orientarão as ações a serem desenvolvidas para estimular o apoio público à campanha. “O abate clandestino causa ameaças aos consumidores e prejuízos à economia do Estado”, enfatizou o presidente do SINFA.

Orientação – A campanha servirá, antes de ter caráter punitivo, de estímulo a empresários interessados em instalar matadouros em cidades do interior. Será mostrada a vantagem da instalação regular do negócio para o empreendedor e o poder público (Governo do Estado e Prefeituras) e a contribuição para a qualidade do alimento oferecido ao consumidor.

Foi analisada o potencial do rebanho maranhense, representado por mais de sete milhões de reses de grande porte e milhares de espécies de pequeno porte. “Este rebanho, operado regularmente, representa reforço considerável à economia do Estado. Com o abate clandestino esta contribuição se pulveriza, fazendo o poder público perder dinheiro e os consumidores perderem a confiança no produto que consomem”, disse o veterinário Márcio Luís, devidamente apoiado pelo colega Takashi.

Uma nova reunião, para acertar os detalhes finais da ação, será realizada dia 18 de dezembro.

     

 
 
 
 

 

 
 
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